Rede Cegonha adquire aparelho de última geração para o parto seguro

Tecnologia
Rede Cegonha adquire aparelho de última geração para o parto seguro

A maternidade inaugurada em setembro de 2017, já têm capacidade para realizar 150 partos/mês.


30/08/2018    191

A fim de aumentar a qualidade nos serviços prestados aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), a Maternidade Rede Cegonha, anexa ao Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSM-VG), adquiriu equipamentos da mais alta tecnologia voltados para exames gestacional. O parelho realiza o exame de Cardiotocografia (CTG), um método de avaliação do bem estar fetal. O exame até então, realizado somente  em Cuiabá, a pacientes com alto risco gestacional. Foram adquiridos dois aparelhos, cujos investimentos giram em torno de R$ 240 mil.  

O equipamento eletrônico de última geração serve para escutar e visualizar a frequência cardíaca do feto e das contrações uterinas. O procedimento garante o bem estar da gestante e a eficiência na garantia da saúde do bebê na hora de nascer . O exame só é feito por determinação médica, sob suspeita de alguma complicação com o feto. A unidade, até então, não tinha o aparelho, e caso houvesse a necessidade do exame, a gestante era encaminhada ou transferida para outra unidade que realizasse o procedimento, que em alguns casos, é indispensável para monitorar as fases da gestação que antecedem o parto.

Segundo a Direção do Hospital, a compra dos equipamentos hospitalares foi realizada por meio de recursos de emendas parlamentares destinada a saúde pública do município e de acordo com o plano de investimentos. “Os exames com estes aparelhos  irão proporcionar maior segurança para as pacientes em trabalho de parto com qualquer tipo de alteração e maior agilidade nos atendimentos”, pontuou Ney Prozenvano, diredor do Pronto Socorro   

 A maternidade inaugurada em setembro de 2017, já têm capacidade para realizar 150 partos/mês. A rede Cegonha possui 10 leitos de enfermaria para internação e 3 salas PPP (parto).Atualmente o setor funciona com 36 funcionários entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, prestando atendimento 24 horas a qualquer paciente que necessitar do atendimento obstétrico e Gestacional. 

O parto normal do seu primeiro filho pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nesta quinta-feira (30), Maria Barbosa, 27 anos, contou com a presença da sua mãe,Patrícia Santos. Segundo o médico e coordenador técnico, Valdir Bento a mãe pode escolher a  posição do nascimento da sua primeira filha . Ao nascer, a pequena teve o primeiro contato com a mãe ,com calma, reforçando os laços e contribuindo com a saúde da bebê e da mãe.

“Questões que podem parecer detalhes para alguns, na verdade fazem parte de um dos pilares da Rede Cegonha, estratégia do Ministério da Saúde para incentivar não só o parto humanizado, como foi o de Maria, mas também qualificar e garantir o acompanhamento das mãe e bebês.No parto humanizado a criança vêm ao mundo respeitando o tempo do próprio nascimento e das escolhas da mãe. É isso que a Rede Cegonha propõe, ações para mudar o modelo de atenção ao parto e nascimento”, explica o médico

O  parto humanizado possue quatro pilares que o SUS aplica, explica Valdir Bento: o da beneficência, das evidências científicas, nos direitos das mulheres e das crianças e, em primeiro lugar, em não ser nocivo. " O cuidado deve ser centrado na mulher e na sua família. Ela precisa se sentir segura e acolhida, tudo isso no ambiente de respeito no evento que seja dela, isso é o principal.O parto normal sempre é a melhor opção. Só deve-se fazer  cesariana   se há risco para a mãe e o bebe. A Rede Cegonha segue esta política da humanização".

 

Por: Letícia Kathucia - Secom/VG