Várzea Grande investe R$ 23,8 milhões em reformas e construção de novas escolas

Educação Como Prioridade
Várzea Grande investe R$ 23,8 milhões em reformas e construção de novas escolas

Neste final de 2018, Várzea Grande inaugura duas escolas e um ginásio poliesportivo com investimentos da ordem de R$ 2,8 milhões


31/10/2018    413

A prefeitura de Várzea Grande fechará o ano de 2018 com 19 novas escolas entregues, sendo 17 delas unidades que receberam reformas ou melhorias e duas que foram construídas, somando mais de R$ 23,8 milhões em recursos municipais, federais e estaduais investidos para garantir qualidade aos alunos da rede pública e condições de trabalho para os profissionais da educação.

A prefeita Lucimar Sacre de Campos entregou a reforma e ampliação da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Ana Francisca de Barros’. A unidade localizada no Bairro 23 de Setembro ganhou duas novas salas de aulas, o que deverá elevar em 43% o número de alunos matriculados para o próximo ano letivo.

Somente com a unidade de hoje e com outras duas obras que serão entregues ainda em novembro e dezembro, Várzea Grande terá aplicado R$ 2,8 milhões.

“Nosso compromisso é com uma educação de nível, sendo que para isto, temos investido mais do que o constitucionalmente estabelecido que é de 25% para a Educação, seja em obras, ações ou mesmo na capacitação dos profissionais da área”, disse a prefeita lembrando que todas as escolas reformadas, melhoradas ou construídas seguem padrão elevado com ar-condicionado, laboratório de informática entre outras dependências.

Além das escolas já entregues desde 2016, a secretaria municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, confirmou que serão lançadas ainda nesse ano obras para reforma/reconstrução e de construção de cinco escolas, sendo quatro delas ainda em dezembro e uma para o mês de janeiro de 2019. Mais R$ 10 milhões estarão sendo investidos, com a maior parte dos recursos aplicados pelo Tesouro Municipal.

Como explicou a prefeita Lucimar Sacre de Campos, o ‘pacote’ de obras na área de Educação prevê 21 licitações. “Temos atualmente 81 unidades de educação pública municipal, 27 mil alunos matriculados e 13 escolas que ofertam ensino em tempo integral ou ETA - Escola em Tempo Ampliado. Investimentos financeiro, estrutural e em pessoal, estão mudando a realidade do ensino-aprendizagem de Várzea Grande”.

Durante a entrega da reforma da EMEB ‘Ana Francisca de Barros’, a prefeita lembrou que as duas novas salas dessa unidade estavam com obras paralisadas desde 2012. “A região do 23 de Setembro, tem uma demanda reprimida por vagas em escolas e mesmo assim, a escola convivia com uma obra abandonada”, completou.

A obra que demandou investimentos de R$ 700 mil, em recursos próprios, colocou fim a uma espera de seis anos, já que a construção de duas novas salas estava com projeto paralisado desde 2012. Além das novas salas, a escola passou por manutenção predial, recebeu rampa para acessibilidade e mais segurança com a construção de um muro arrimo. A obra foi sendo realizada sem a necessidade de interromper as aulas ou de transferir os alunos para outro espaço.

A prefeita, Lucimar Sacre de Campos, destacou que as obras na área da Educação somam mais de 150 frentes de trabalhos, abrangendo desde a construção e reformas de escolas, bibliotecas, miniestádios e creches, como também intervenções pontuais como reformas de refeitórios, cozinhas, telhados, instalações elétricas, fossas, quadras cobertas e caixas d’água. “Estamos entrando no penúltimo mês do ano e ainda temos duas grandes obras a serem entregues, uma reconstrução geral de escola e em outra a entrega da quadra coberta para outra unidade”.

A prefeita explicou que essas novas unidades a serem reformadas tiveram o calendário letivo antecipado para que o encerramento das aulas, em novembro, pudesse garantir o imediato início das obras. “O planejamento foi feito para que toda a comunidade escolar possa estar iniciando as aulas de 2019 nas novas escolas”.

O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidélis, reforçou que desde 2016 a prefeitura vem realizando uma grande força tarefa para melhorar a infraestrutura da rede pública municipal. “Entre 2016 e 2018 entregamos 19 escolas, sendo 17 unidades reconstruídas e outras duas construídas. Entre as 17, havia unidades que estavam completamente inutilizadas e abandonadas pelas gestões anteriores. Somente em 2018, foram sete escolas já entregues. Existem ainda 14 CMEIS - Centros Municipais de Educação Infantil ou as antigas creches com obras em execução ou em processo de licitação para serem entregues à população até 2020”.

Fidélis completou dizendo que em novembro será entregue a quadra coberta com vestiário para os alunos da EMEB ‘Lenine de Campos Póvoas’ e a reconstrução da EMEB ‘Antônio Lino de Campos’, em dezembro.

Sobre as ordens de serviço, o secretário conta que das cinco unidades que aguardam o início das obras, três terão reforma geral, as EMEBs ‘Air Addor’, ‘Honorato Pedroso de Barros’ e ‘Napoleão José da Costa’. A EMEB ‘Júlio Domingos de Campos’ será ampliada e reformada e uma nova unidade, estadual, será construída por meio de parceria entre Estado e município no Parque Sabiá.

ENTREGA - O diretor da EMEB, Rodolfo César Corrêa da Costa, contou que as duas novas salas poderão ampliar em até 100, o número de novas vagas (matrículas) para o ano letivo de 2019. Atualmente, são 230 alunos da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental. “A obra, além de ampliar nossa capacidade de atender à demanda local, se deu sem qualquer prejuízo ao nosso calendário. Encerraremos 2018 no dia 22 de dezembro”. Rodolfo pontuou ainda que a reforma da unidade motiva a comunidade escolar. “É uma demonstração de que a atual gestão acredita no trabalho que está sendo realizado e nos ajuda a melhorar nossos resultados”.

A presidente do bairro 23 de Setembro, Vilma Gonçalves, disse que a ampliação da escola era muito aguardada e “muito necessária para a população local”. Como completou: “Ver nossa escola finalmente reformada e ampliada traz um sentimento de conquista e de gratidão, porque essa ação abre oportunidades para que mais crianças possam frequentar uma boa escola e melhor ainda, quando esse direito pode ser exercido perto de casa”.

Por: Marianna Peres - Secom/VG