Várzea Grande vai investir R$ 400 milhões em água e esgoto até 2024
DAE/VG

Várzea Grande vai investir R$ 400 milhões em água e esgoto até 2024

Serão ao menos R$ 200 milhões investidos neste ano de 2023 e mais outros R$ 200 milhões para 2024.

Novos investimentos estão no planejamento da administração municipal em relação à água e esgoto para a cidade de Várzea Grande. Serão ao menos R$ 200 milhões investidos neste ano de 2023 e mais outros R$ 200 milhões para 2024.

A primeira obra na lista de investimentos é a execução da terceira Estação de Tratamento de Água – ETA Imigrantes, que leva este nome por estar sendo construída próxima à Rodovia dos Imigrantes. Ela atenderá diversos bairros nos dois lados da referida rodovia, é atualmente uma das regiões que mais crescem em Várzea Grande.

“Os recursos para a ETA Imigrantes e para as obras de esgotamento sanitário, são municipais e federais, de emendas parlamentares e de convênios. No final do ano passado deixamos consignado no Orçamento Federal, recursos da ordem de R$ 168 milhões, sendo R$ 85 milhões para água que serão utilizados para a ETA Imigrantes e para a instalação de pelos menos três reservatórios de cinco milhões de litros cada um, em locais estratégicos para atender eventuais falhas no sistema de abastecimento e como margem de segurança na rotina de abastecimento de água”, detalha o prefeito Kalil Baracat.

O chefe do Executivo Municipal também sinaliza que volta à Brasília nos próximos dias para audiências em Ministérios e se possível até mesmo com o presidente Lula para que a previsão destes recursos e de novos recursos para água e esgoto sejam garantidos e cumpridos.

“Existe previsão, mas nem sempre elas se confirmam, portanto, temos que estar atentos também em busca das demais partes cumprirem com suas obrigações. Mas tenho certeza de que o atual Governo, que já sinalizou retomar os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),  para dar uma oxigenação em recursos com destinação social para água e para esgoto, pois segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), órgão da ONU para a saúde mundial, para cada um real aplicado em abastecimento ou esgoto sanitário se economiza três reais em saúde pública. Uma vez que a maior incidência de doenças é causada por falta de água própria ao consumo humano ou esgotamento sanitário”, disse Kalil Baracat.

Kalil Baracat lembrou que em 2015 a então prefeita Lucimar Campos conseguiu resgatar quase R$ 500 milhões em recursos do PAC, mas passados 08 anos desta confirmação, somente valores para pavimentação foram confirmados e os das obras de saneamento e abastecimento ficaram em valores mínimos.