<p>Obras foram retomadas neste ano e seguem ritmo, graças ao empenho pessoal do prefeito e do secretário Reinaldo Della Pasqua</p>

ESPECIAL – 2008

Obras foram retomadas neste ano e seguem ritmo, graças ao empenho pessoal do prefeito e do secretário Reinaldo Della Pasqua

Hospital Metropolitano vira realidade em VG


09/12/2008    255

A ampliação na oferta de serviços de saúde, em Várzea Grande, se tornou realidade neste ano, quando de fato, o projeto para construção do hospital metropolitano saiu do papel e tornou o maior projeto da cidade nos últimos 20 anos.

 

O projeto que está em execução, com blocos de pronto-atendimento, ambulatório de especialidades, UTIs e alas de internação, está orçado em cerca de R$ 9 milhões. O Estado já liberou R$ 6 milhões para a retomada dos trabalhos de edificação e segundo Della Pasqua R$ 3,5 milhões já foram aplicados.

 

A obra que estava parada desde 2004 é hoje uma das grandes realizações da atual gestão.  Falta pouco para os várzea-grandenses terem à disposição mais um serviço de pronto-atendimento 24 horas e ambulatório de especialidades. O cronograma segue o ritmo acordado entre Município, Estado e construtora. “Seremos referência no Estado por atender várias especialidades e suas complexidades”, frisa o secretário Reinaldo Della Pasqua.

 

O secretário de Estado de Saúde, Augustinho Moro, quando esteve no canteiro das obras no início de setembro, se impressionou ao ver a edificação e afirmou que o hospital irá desafogar o Pronto-Socorro de Várzea Grande, que recebe centenas de pacientes de vários municípios próximos como Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Jangada, Cáceres, Rosário Oeste, entre outros.

 

A conclusão da primeira etapa da obra, ambulatório mais pronto-atendimento, terá impacto direto sobre os números da saúde municipal: desafogar o atendimento no pronto-socorro. “A dimensão da obra é do tamanho do Cristo Rei. O hospital vai funcionar na região mais populosa da cidade: o Grande Cristo Rei, onde habitam cerca de 70 mil pessoas, ou pelo menos 35% dos várzea-grandenses”, lembra o prefeito.

 

O governo do Estado é o principal parceiro da Prefeitura de Várzea Grande na construção da unidade que deverá ser chamada de Hospital Geral ao invés de Hospital Metropolitano com vem sendo tratada. “Estamos analisando junto o Município como será a administração da unidade de saúde, pois hospitais metropolitanos são mantidos pelo governo federal como será uma unidade municipal o nome deverá ser hospital geral”, explicou Moro.

 

 

LONGO PRAZO - Della Pasqua confirmou que Várzea Grande está pleiteando junto ao Ministério da Saúde, em Brasília, a revisão do projeto do hospital para transformá-lo em um hospital Geral. A primeira modificação está na ampliação do número de leitos que passaria de 62 para algo em torno de 120 leitos. “Se a adequação ao projeto for aceita pelos técnicos do Ministério, teremos uma completa unidade de saúde em nossa cidade”, observa o secretário.

 


 
Della Pasqua frisa que a possível mudança no porte da unidade não interfere em nada no ritmo das obras e tão pouco no cronograma já definido. “Temos todo o apoio do governo estadual e isso nos deixa muito otimistas em relação à implantação de um hospital Geral para Várzea Grande”, frisa o secretário de Saúde.

 

Odemir de Arruda, da secretaria de Saúde de Várzea Grande, explica que um dos argumentos levados ao Ministério é que apesar de hoje o projeto do hospital atender às demandas da cidade, ele tem uma concepção de mais de quatros anos e está defasado ao se imaginar Várzea Grande e suas necessidades, assim como de toda a Baixada Cuiabana para os próximos dez anos, por exemplo.

 

“Este projeto que está em edificação em Várzea Grande, é importantíssimo para a população. Ele tem uma concepção arquitetônica moderna, revista, mas precisa hoje ser redimensionado pensando no futuro”.

 

O secretário de Saúde observa ainda que não apenas pelo porte da unidade ela será referência na Baixada, mas sim, pelo projeto de atendimento humanizado incorporado a ele. ”Vamos investir em recursos humanos, não apenas para prestar um serviço humanizado à população, mas também, aos funcionários”.

 

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