Processos Seletivos

ERES - EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL



Eventos

Educação Étnico-Racial:

Ciclo de Estudos “Fortalecendo o Ensino para os Desafios da Aprendizagem em Educação Étnico-Racial”. A LDB, em seu Art. 22, determina que: “A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”. Sabedores das desigualdades raciais no campo social, que excluí o negro e índio das mesmas condições educacionais que o branco, o ciclo de estudos vem fazer o resgate da história e cultura afro-brasileira e indígena no intuito de resgatar, valorizar e assim construir novas perspectivas de ascensão educacional para as relações étnico-raciais.

Objetivo: Propiciar a equipe escolar conhecimento teórico-prático sobre a temática educação e diversidade étnico-racial, de forma que sensibilizem para a temática e incluam no currículo escolar ações que combatam o racismo e toda forma de discriminação, e incluam a história e contribuição afro-brasileira e indígena conforme determinação da Lei 9.394/96 no Art. 26 A.

 

 Fórum Municipal Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial (FMPEDER)


Dia 30/05/2016
Local: Subsecretaria de Educação
Horário: Das 08: 00 às 11:30 / das 13:30 ás 17:00 horas
Realização: Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer(SMECEL)/Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial(CMPIR)
Público alvo: Representante governamental, sociedade civil e interessados na temática.

Objetivo: Articular a criação do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial entre os representantes de instituições públicas e da sociedade civil interessados na temática da educação para as relações étnico-raciais.

ERES EM REUNIÃO COM GESTÃO ESCOLAR

Local: Subsecretaria
Data: 12 de maio de 2016
Horário: Das 14h às 15h 30min

Mensagem: 13 DE MAIO O QUE DIZER?

A crise final da escravidão, no Brasil, deu lugar ao aparecimento de um modelo novo de resistência, o que podemos chamar “Quilombo Abolicionista”. Nesse modelo, as lideranças são muito bem conhecidas, cidadãos prestantes, com documentação civil em dia e, principalmente, muito bem articulado politicamente. A flor camélia, fosse natural ou artificial, era um dos símbolos mais poderosos do movimento abolicionista. A flor servia, inclusive, como uma espécie de código através do qual os abolicionistas podiam ser identificados, principalmente quando empenhados em ações mais perigosas, ou ilegais, como o apoiamento de fugas e a obtenção de esconderijo para os fugitivos. (Eduardo Silva)

Aproximamos da data de 13 de maio, que comumente é trabalhado pedagogicamente em EMEBs e CMEIs à perspectiva de comemoração da Libertação dos Escravos - Lei Áurea. Você sabia que a quase quatro décadas a data recebeu nova conotação pelo Movimento Negro Unificado - MNU? Pois é! A data, Brasil afora, já faz parte de agenda específica do movimento negro. Como podemos constatar popularmente a data é conhecida como o “Dia Nacional de Denúncia e Luta Contra o Racismo.”

Por que "Dia Nacional de Denúncia e Luta Contra o Racismo"? O que denunciar?

Há inúmeras discriminações que precisa, ainda nos dias de hoje ser denunciadas. Exemplo: os apelidos jocosos e pejorativos insistentemente dados às crianças negras nas escolas, o desrespeito com as religiões de matriz africana, o alto índice de mortalidade entre jovens negros, as ofensas aos jogadores negros, associando-os a macacos, enfim muitos outros que às vezes não são denunciadas. O fenômeno do racismo definiu o lugar e o não lugar do negro, índio e branco no período colonial, imperial e republicano. A abolição da escravatura, após a Lei Áurea, no final do Império não garantiu aos excluídos da sociedade brasileira o direito de cidadania constitucional. "É certo que a Lei Áurea acabou com a escravidão no dia 13 de Maio de 1888 no campo formal, mas o que aconteceu no dia 14 de Maio?" (PAULO PAIM)

As pesquisas mostram as desigualdades raciais nos diversos setores da sociedade e apesar da existência de políticas afirmativas, reparativas e repressivas são notórios os reflexos de anos de exploração e desigualdades.

No ciclo de formação "Fortalecendo o ensino para os desafios da aprendizagem em educação étnico-racial/Educação do Negro: um desafio frente à implementação de políticas educacionais" as discussões objetivaram refletir sobre os percalços da escolarização do negro e a importância de implementar a Lei 10.639/03 e 11.645/08.

Para tanto,emponderando-nos dos estudos sobre quilombos e símbolos dos movimentos subversivos de luta e resistência à escravidão tomamos a camélia como símbolo, hoje, para divulgação e fortalecimento do "Dia Nacional de Denúncia e Luta Contra o Racismo."


Educação Especial:

CICLO DE FORMAÇÃO “SABERES E PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA INCLUSIVA”. O Ciclo de Estudos “Saberes e Práticas da Educação Especial na Perspectiva Inclusiva”, propõeuma discussão sobre a temática da Inclusão Escolar, fomentando debates acerca de questões sobre políticas, recursos e práticas pedagógicas para reflexão, ampliação e consolidaçãode um projeto de formação continuada aos profissionais da Educação da Rede Municipal.

Objetivo: Promover a articulação entre teoria e prática para a implementação de ações para efetivar a consolidação de um sistema inclusivo ao público alvo da Educação Especial na Rede Municipal de Várzea Grande, favorecendo aosprofissionais, a reflexão sobre sua atuação, prática pedagógica, bem como sobre os ajustes que necessários para um atendimento com qualidade.