Uma verdadeira confraternização entre alunos, professores, pais e coordenadores. Foi desta forma que ocorreu o encerramento da 4ª edição da Olimpíada Inclusiva de Várzea Grande sob slonga 'Um olhar para a diversidade' na manhã de sexta-feira (29-08), nas quadras externas da Universidade de Várzea Grande (Univag).
Nos cinco dias de competição, que reuniu 65 instituições de ensino entre escolas regulares e especializadas e mais de mil alunos/atletas de Várzea Grande e Cuiabá, o que se viu foi um show de inclusão social, interação e superação, o que levou o público presente à emoção.
A força de vontade dos alunos competidores, sua maioria com algum tipo de deficiência, foi o grande destaque, levando alguns pais a não acreditarem que os Jogos haviam encerrados.
"Não acredito que a Olimpíada tenha terminado. Queria ver um pouco mais como esses alunos, apesar de todos os problemas, encontram força e ânimo para estarem competindo. Estou emocionada, pois o meu sonho é ver meu filho um dia fazendo parte deste evento", disse dona Gerly de Souza, mãe de João Henrique, um garoto de cinco anos portador de deficiência física.
Nos cinco dias de competição, o Centro de Habilitação Profissional (CHP), Célia Rodrigues Duque, de Várzea Grande, sagrou-se campeão da 4ª edição da Olimpíada Inclusiva na classificação geral. Ao todo, o CHP conquistou nada menos do que 70 medalhas entre de primeiro, segundo e terceiro colocados. Na vice-liderança, apareceu a Escola Municipal Pedrosa de Moraes, de Cuiabá, com 35 medalhas e na terceira posição o Cenper de Várzea Grande com 27 medalhas conquistas.
O secretário municipal de Educação e Cultura de Várzea Grande, Isaac Abrão Nassarden, elogiou a participação maciça dos pais dos alunos, que não mediram esforços para fazer com que os jogos fossem sucesso absoluto no município. Ele aproveitou para agradecer a atenção dispensada dos professores e coordenadores da Smec para o evento, este já incluso no calendário de atividades da pasta para os próximos anos.
Além da prefeitura de Várzea Grande, ajudaram na realização da Olimpíada Inclusiva o governo do Estado através da Seduc, Univag e o Sesi Clube do Cristo Rei, os dois últimos cederam seus espaços para receber os competidores.
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