A fiscalização integrada em três pontos de venda de Gás de Cozinha nesta segunda-feira encontrou irregularidade em três empresas de porte de distribuidora em Várzea Grande. A principal delas é o armazenamento de botijões além da capacidade permitida. As três empresas, em desacordo com as normas da Agência Nacional de Petróleo (ANP) têm um prazo de 24 horas para sanarem as irregularidades. Caso contrário, serão multadas e terão os botijões apreendidos. A fiscalização é uma ação integrada entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura (Semma), Guarda Municipal, Secretaria Municipal de Fazenda, Corpo de Bombeiros e tem acompanhamento do Ministério Público Estadual (MPE). Segundo o guarda municipal Cristiano Cordeiro, responsável pela fiscalização de transporte de produtos perigosos, existem hoje cerca de 500 pontos de venda irregulares de gás de cozinha que vão desde bar, sorveteria, padaria e outros locais que não possuem o mínimo preventivo de segurança necessário para ser um revendedor de gás. Cordeiro explica que as revendas irregulares, geralmente, não têm alvará de funcionamento, nem IPTU, não gerando arrecadação de impostos. “Além de não ter sistema preventivo de segurança. Como não tem documentação alguma, legalmente esses revendedores não possuem responsabilidade alguma”, frisa. De acordo com a chefe da Divisão de Fiscalização da Semma, engenheira sanitarista Airdes Nogueira, a fiscalização é contínua, durante o ano todo, sendo intensificada em vários períodos do ano. Além das empresas, um dos alvos recentes são os veículos de transporte de gás de cozinha - motocicletas, picapes e caminhões. Muitos deles são de empresas localizadas na Capital que saem de Cuiabá, atravessam a ponte e vêm revender em Várzea Grande, não tendo responsabilidade alguma.
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